A final da Taça
Na final da Taça, a Federação pôs o apito dourado numa vitrine, para a cerimónia do fim do jogo. Ao intervalo, a vitrine estava aberta e o apito tinha ido apitar para outro lado. Algumas pistas deste caso vêm em forma de charada. Se uma te travar, a ajuda decifra-a. Nove pessoas e um apito, uma por linha e uma por coluna. Nada te é dado de bandeja: vais precisar de mais do que uma hipótese até chegar ao fim.
Suspeitos
- Albino, o presidente da Federação: Ia entregar a Taça e o apito na mesma cerimónia. Agora só entrega a Taça, que pesa mais.
- Bruna, a hospedeira do camarote: Serve os convidados do camarote. Diz que ninguém pediu um apito, mas toda a gente pediu croquetes.
- Crisanto, o árbitro da final: Apitou a primeira parte com o apito de sempre. Para a segunda queria o dourado, para ficar bem na fotografia.
- Doroteia, a delegada da Liga: Escreveu o relatório do jogo ao intervalo. Já tinha o resultado, só faltava o jogo.
- Evaristo, o roupeiro da equipa da casa: Arrumou as camisolas ao intervalo. Diz que não arrumou mais nada, mas o saco pesa mais.
- Fabíola, a repórter da zona mista: Fez a mesma pergunta a toda a gente: o que sentiu? Ninguém sentiu falta do apito.
- Germano, o médico do antidoping: Recolhe amostras ao intervalo. Diz que no frasco dele só cabe o que deve caber.
- Hermínia, a mascote do clube: Passa o jogo dentro de um fato de bicho peludo. Lá dentro cabe muita coisa e não se vê nenhuma.
- Ivo, o jardineiro do relvado: Tapa os buracos do relvado ao intervalo. Encontrou um buraco que não era do relvado.