A marisqueira de sábado
Na véspera do jogo, um dirigente convidou a equipa de arbitragem para jantar numa marisqueira. A conta veio com marisco, vinho e um apito dourado a mais, que entretanto desapareceu. Algumas pistas deste caso vêm em forma de charada. Se uma te travar, a ajuda decifra-a. Oito pessoas e um apito, uma por linha e uma por coluna. Quase nada te é dito diretamente: vais ter de cruzar tudo.
Suspeitos
- Adozinda, a dona da marisqueira: Serve marisco há trinta anos. Nunca serviu um apito, mas viu um numa travessa.
- Basílio, o fiscal de linha: Diz que só comeu uma sopa. A conta diz duas lagostas.
- Celina, a mulher do dirigente: Veio ao jantar por acaso. Por acaso, sentou-se ao lado do árbitro.
- Diamantino, o dirigente que pagou a conta: Pagou em dinheiro e pediu fatura sem nome. Diz que é por modéstia.
- Eugénia, a empregada de mesa: Trouxe as lagostas e levou os pratos. Num deles havia uma coisa dourada que não era marisco.
- Fausto, o árbitro assistente: Comeu as duas lagostas do Basílio. Diz que foi para o Basílio não ficar mal visto.
- Gertrudes, a cliente da mesa do lado: Jantou sozinha e ouviu tudo. Escreveu tudo num guardanapo, que guarda em casa.
- Horácio, o motorista do dirigente: Esperou à porta com o motor ligado. Diz que o jantar demorou uma lagosta e meia.