A digressão do refrão
O refrão ganhou digressão própria: doze datas, quatro artistas a disputar os direitos e um só microfone, que nesta data não apareceu na hora do bis. Algumas pistas deste caso vêm em forma de charada. Se uma te travar, a ajuda decifra-a. Oito pessoas e um microfone, uma por linha e uma por coluna. Quase nada te é dito diretamente: vais ter de cruzar tudo.
Suspeitos
- Adozinda, a senhora do refrão: Diz que não quer fama. Já assinou contrato para mais onze datas.
- Basílio, o artista da primeira parte: Tocou antes do refrão e ninguém se lembra. Agora toca o refrão.
- Conceição, a agente dos artistas: Representa os quatro artistas que dizem ser donos do refrão. Ganha com todos.
- Diogo, o técnico de luzes: Pôs um foco em cima do carro do supermercado. O carro ficou com mais seguidores do que ele.
- Elvira, a gerente do supermercado: Trouxe um carro igual ao da noite famosa. Garante que não tem nada lá dentro.
- Fausto, o segurança do palco: Desta vez deixou bem claro que o microfone não se empresta. Disse-o ao microfone.
- Germana, a jornalista da rádio: Anda há meses a tentar perceber o que tinha o carro. Está quase.
- Horácio, o cobrador dos direitos de autor: Cobra cada vez que alguém canta o refrão. Este verão comprou casa.