O telefonema anónimo
Um telefonema anónimo avisou onde estava o material desaparecido. Foi feito de uma cabine numa vila pequena, onde toda a gente conhece a voz de toda a gente. As pistas já não te dão tudo de bandeja.
Suspeitos
- Arminda, a dona do café: Sabe quem usou a cabine porque a cabine se vê do balcão.
- Bento, o carteiro: Passa pela praça todas as manhãs. Nessa manhã passou duas vezes.
- Clotilde, a presidente da junta: Recebe telefonemas de toda a gente. Nesse dia não recebeu nenhum, e achou estranho.
- Domingos, o vendedor do mercado: Vende fruta na praça. Diz que viu um homem de gabardina, mas ele vê homens de gabardina em todo o lado.