A moção de censura
O ministro foi chamado ao Parlamento, a oposição avançou com uma moção de censura e o governo respondeu com 'confiança total'. Entre votações e audições adiadas, alguém ficou sozinho com a prova algures na Assembleia.
Suspeitos
- Américo, o deputado da oposição: Apresentou a moção de censura e já tem o discurso pronto para quando ela chumbar.
- Bernardina, a líder parlamentar do governo: Garante que o ministro tem 'todas as condições'. Não diz quais.
- Cosme, o deputado independente: Vota sempre no último minuto, depois de ver para que lado vai a maioria.
- Domingas, a jornalista parlamentar: Já escreveu o título da notícia para os dois resultados possíveis.
- Eulália, a funcionária da comissão: Marcou a audição do ministro três vezes. Das três vezes houve 'imprevistos de agenda'.
- Filinto, o deputado que muda de bancada: Já se sentou em três lados do hemiciclo. Hoje ainda não decidiu.
- Gracinda, a contínua da Assembleia: Distribui os papéis das votações. Conhece os votos antes de serem contados.
- Hermenegildo, o assessor do ministro: Veio dizer que havia confiança total. Ficou para ver se era verdade.