Chegóku
Em julho, o gabinete do líder do Chega na Assembleia da República apareceu remexido. A porta não foi forçada, lá dentro não há câmaras e desapareceram duas pens e documentos ligados à comissão de inquérito a Luís Neves. O partido falou em 'grau zero da democracia'. Outros perguntaram se foi assalto ou farsa. Em cada caso alguém ficou sozinho com a prova, e a prova pode ter sido levada para qualquer divisão. Coloca cada pessoa na sua divisão, uma por linha, uma por coluna. Quem ficar sozinho na sala da prova é o culpado. As personagens são todas inventadas.
- A porta que ninguém forçou (fácil)
- O alerta das seis da manhã (fácil)
- As chaves da portaria (fácil)
- O livro de entradas (fácil)
- Limpeza às sete (fácil)
- Quatro pessoas, cinco versões (média)
- As câmaras que não existem (média)
- Papéis com mais de um ano (média)
- A pen com autocolante (média)
- Fotocópias a mais (média)
- A reunião de emergência (média)
- O deputado que chegou cedo (média)
- A conferência que não aconteceu (média)
- Ninguém viu nada, como sempre (difícil)
- A conferência de imprensa (difícil)
- O ladrão arrumado (difícil)
- Documentos que nos chegaram (difícil)
- As duas pens (difícil)
- A noite das duas pens (expert)
- Assalto ou farsa (expert)
Sobre o Chegóku
O Chegóku é o processo do Escândaloku sobre o gabinete do líder do Chega que apareceu remexido na Assembleia da República. São 20 puzzles de lógica no estilo do Murdoku: lês as pistas, colocas cada suspeito na planta e descobres quem ficou sozinho com a prova.
Os primeiros casos fazem-se em poucos minutos. Os últimos, em tabuleiros de 10 por 10, obrigam a testar hipóteses. Não precisas de saber nada de política para jogar, porque as personagens são inventadas e a polémica serve só de cenário.