Escândaloku

Chegóku

Em julho, o gabinete do líder do Chega na Assembleia da República apareceu remexido. A porta não foi forçada, lá dentro não há câmaras e desapareceram duas pens e documentos ligados à comissão de inquérito a Luís Neves. O partido falou em 'grau zero da democracia'. Outros perguntaram se foi assalto ou farsa. Em cada caso alguém ficou sozinho com a prova, e a prova pode ter sido levada para qualquer divisão. Coloca cada pessoa na sua divisão, uma por linha, uma por coluna. Quem ficar sozinho na sala da prova é o culpado. As personagens são todas inventadas.

  1. A porta que ninguém forçou (fácil)
  2. O alerta das seis da manhã (fácil)
  3. As chaves da portaria (fácil)
  4. O livro de entradas (fácil)
  5. Limpeza às sete (fácil)
  6. Quatro pessoas, cinco versões (média)
  7. As câmaras que não existem (média)
  8. Papéis com mais de um ano (média)
  9. A pen com autocolante (média)
  10. Fotocópias a mais (média)
  11. A reunião de emergência (média)
  12. O deputado que chegou cedo (média)
  13. A conferência que não aconteceu (média)
  14. Ninguém viu nada, como sempre (difícil)
  15. A conferência de imprensa (difícil)
  16. O ladrão arrumado (difícil)
  17. Documentos que nos chegaram (difícil)
  18. As duas pens (difícil)
  19. A noite das duas pens (expert)
  20. Assalto ou farsa (expert)

Sobre o Chegóku

O Chegóku é o processo do Escândaloku sobre o gabinete do líder do Chega que apareceu remexido na Assembleia da República. São 20 puzzles de lógica no estilo do Murdoku: lês as pistas, colocas cada suspeito na planta e descobres quem ficou sozinho com a prova.

Os primeiros casos fazem-se em poucos minutos. Os últimos, em tabuleiros de 10 por 10, obrigam a testar hipóteses. Não precisas de saber nada de política para jogar, porque as personagens são inventadas e a polémica serve só de cenário.